Arquivo da categoria ‘Seja bem-vindo!’

Letícia Lopes

Publicado: 4 , setembro , 2011 , domingo em Seja bem-vindo!

No Seja Bem-vindo desta semana, vamos conhecer a história com Cristo da futura odontóloga Letícia Lopes, de 18 anos. Há menos de dois anos, fez a primeira grande decisão de sua vida.O que mudou de lá pra cá? É o que ela nos conta.

Diga…como foi que você conheceu a Cristo?

Eu passei a conhecer de verdade quando comecei a namorar com o Yan, e passei a frequentar a Igreja Batista Sião,porque antes eu atá frequentava outro tipo de igreja, mas pra mim pelo menos, não era passado um conhecimento mais claro ou mais profundo.

Faz quanto tempo que você namora o Yan?

Dois anos e meio.

Antes desse período, como era seu relacionamento com Deus?

Era mais ou menos. Eu ia para igreja, mas não todo tempo, porque ainda nao saia muito sozinha.Fiz tudo aquilo que se faz de estudo,mas não levava a sério, porque não aprendia muita coisa realmente significante/importante,mas pelo que eu sabia, tentava seguir a vontade de Deus, mas a minha família não tinha um compromisso sério. Era mais a minha avó mesmo.

Você nasceu num lar cristão?

Sim, cristão católico.

E em que momento desses dois anos de namoro, você se decidiu por Cristo? o que houve com você?

Foi logo quando fez os dois anos, no primeiro Zion Camp 2011, na peça “zumbilândia”. Acho que era esse o nome.

O que você sentiu?

Foi assim: eu sempre tive preconceito contra igreja evangélica,porque certa vez, quando minha mãe ficou doente, ela pediu para eu ir com ela  a uma igreja evangélica. Só que lá, eu tive uma experiência horrível, porque o pastor pra tudo pedia dinheiro. Por exemplo, se você quisesse uma coisa, tinha que dar dinheiro para poder conseguir a bênção, e nesse dia eu fiquei muito mal. Isso ficou guardado comigo e quando comecei a ir para a IBS, eu tinha esse receio. Esse foi um dos motivos de eu demorar a aceitar à Cristo,então, na peça, o testemunho do João [um ator na peça] falou muito comigo porque ele estava descrevendo como eu era que eu tinha preconceito, talvez até medo de aceitar, de tanto que eu rejeitei antes por causa dessa situação que eu passei. Eu generalizei para todas,claro que hoje em dia, eu queria estar há muito mais tempo trabalhando na igreja,já ter feito tanta coisa que perdi,mas Deus sabe o que é melhor para nós e eu dou graças a Ele porque Ele me resgatou um dia e hoje eu posso viver para a honra e a glória do nome dEle.

Qual é a diferença hoje na sua vida e antes dessa entrega para Deus?

Toda. Assim, antes eu passava por situações,problemas e outras coisas sozinha, porque eu não buscava a Deus para isso. Só agradecia, mesmo, pelo dia, pelo alimento. Agora, não. Cada problema, cada mudança na minha vida, eu coloco nas mãos dEle e Ele escolhe o que é melhor pra mim e sempre são as melhores decisões. Hoje, eu sinto paz e enfrento isso sem tanto sofrimento como antes, e a felicidade em trabalhar na obra dele é inexplicável.Só fazendo pra sentir!

Editado por Luciana Almeida

Anúncios

Eduardo Mascarenhas

Publicado: 28 , agosto , 2011 , domingo em Seja bem-vindo!

No Seja bem-vindo desta semana, vamos conhecer um pouco da história do corretor de imóveis, Eduardo Mascarenhas, que aos 19 anos, passou a ver Cristo de uma forma diferente. Simpático, o jovem de  anos, contou que tinha uma vida vazia antes disso.
Eduardo, como você conheceu a Cristo?

Depois de 5 meses na igreja, veio o temor a Deus, e não tinha sentido fazer as mesmas coisas de sempre. Isso aconteceu quando  um dia, na Palavra ministrada pelo Cabeça [Bruno Rabelo, cristão] senti o poder de Deus dentro de mim. Nesse dia, senti o Espírito Santo em minha vidam através de duas visões.

Quais foram as visões?
Minha vida finceira iria mudar , e dois dias depois, ganhamos R$ 10.000 da Receita Federal­.

Égua! Que coisa maravilhosa!

E outra visão foi que minha mãe ia se converter a Cristo, só que ainda não se realizou, mas eu creio que está perto. E há tempos, venho escutando uma voz dizendo que eu vou passar na UFPA.­­

O que é aceitar a Cristo? o que muda?

É ter uma vida digna. Você começa a ver sentido na sua vida, e sabe porque você foi criado. É uma vida de luta, mas no final, sempre vale a pena servir a Deus , porque sua vida toma o rumo dele.

Como era sua vida antes dessa decisão?

Uma vida de vazio­. Eu tinha nada na vida. A área familiar quebrada; namoro indo pro caminho errado;  finaceiro péssimo; chance de vida profissional zero; mãe querendo sair de casa… ­­

O que você fazia para preencher o vazio?

Uma vez, tentei beber cerveja­ pra me enturmar, pensando que esse vazio fosse “falta de amigos”­­.

O que resultou?

O vazio só fez aumentar e ainda fiquei mais desesperado para saber o que fazer­, chorei muito.­­

Essa situação se repetiu?

Não.­Escolhi não repetir para não me viciar, mas hoje vejo que foi pra não cair na mão do Diabo.­­

E agora, esse espaço está totalmente preenchido?

Ainda não. Faltava eu servir a Deus, e é algo  que estou fazendo no Ministério de teatro da igreja, e esse vazio cada vez mais some.­­E cada vez que penso­em fazer algo para Deus, choro de emoção.

Os problemas não acabaram, não é mesmo?

Não, mas hoje tem quem lute do meu ladoo: DEUS o/­­

E no namoro?

Está ótimo . Nunca foi tão maravilhoso. Hoje, está no trilho de Deus­­e logo mais, espero casar com ela, se Deus quiser.­­

Muiito bem!

Editado por Luciana Almeida

Rosane Linhares

Publicado: 14 , agosto , 2011 , domingo em Seja bem-vindo!

No Seja Bem-Vindo desta semana, vamos conhecer a história da estudante de jornalismo de 22 anos, Rosane Linhares, que aos 10 anos sofreu queimadura em partes do corpo, enquanto brincava com a irmã. Nessa época, ela reconheceu Cristo como Salvador de sua vida.

Rosane, quando Cristo entrou em sua vida?

Eu nasci em um lar evangélico, então conheço Cristo de ouvir falar desde que nasci, mas reconhecer como meu Salvador foi com 10 anos, quando aconteceu um acidente em casa. Tudo no meu quarto queimou, porém DEUS me livrou com pequenas queimaduras. Ali, vi a graça de Deus na minha vida, e em vez de chorar, só sabia dar glória a Deus e louvá-lo. Os meus pais me olhavam e perguntavam: filha, não tá doendo?? mas eu só sabia louvar a Deus.

Como aconteceu?

Eu e minha irmã estávamos brincando de queimar papel no quarto, então ela teve uma idéia de jogar álcool no papel, porém já estava com fogo.

E aí o fogo se espalhou…

Então, o fogo subiu e pegou no meu braço, porque minha irmã se assustou e caiu no chão e o fogo espalhou. Detalhe: o quarto estava trancado. O papai tinha tido um infarto pouco tempo antes e tinha tomado remédio pra dormir. Mas, Deus fez ele acordar e, então, arrombou a porta.

 

E depois sua mãe chegou?

Ela nos encontrou no hospital. Meu pai e tio me levaram para lá, mas não senti nada. Verdade. Não tive dor alguma.

Foi só Deus. Não tenho vergonha das marcas porque foi o livramento de Deus. E Ele disse em meu coração: te quero. E hoje estou aqui e o louvo por ter tido misericórdia de mim, porque eu não merecia.

Desde este dia como tem sido seu relacionamento com Deus?

Procuro agradar a Deus em todos os momentos da minha vida. Crescer em intimidade, trabalhando na igreja, acampamentos, buscando dar um bom testemunho para as pessoas.

Falhei algumas vezes, mas Deus sempre me mantém ao lado dEle. Desde esse dia, eu não podia pedir mais nada, só para ser usada por Ele onde eu estivesse.

Editado por Luciana Almeida

Shanti Devi

Publicado: 7 , agosto , 2011 , domingo em Seja bem-vindo!

No retorno das férias, entrevistamos a modelo Shanti Devi, 17 anos, que no começo deste ano teve um experiência com Deus que mudou a vida dela, inclusive no hobbie. Ela revela que as mentiras que contava aos pais e os perigos desnecessários a que se submetia desde os 15 anos ficaram para trás. Agora, a verdade, o bom senso e renúncias fazem parte de sua nova vida.

Shanti, seu nome é bem diferente… qual o significado?

muito né? ele significa literalmente paz em sânscrito, um dialeto morto do hinduísmo. Resumindo, é indiano haha.

Ahh tá. Hmmm… só que a paz verdadeira você só encontrou recentemente,não é mesmo?

Sim, finalmente eu descobri o verdadeiro significado de Shanti. Sem dúvidas foi a melhor descoberta da minha vida.

Como aconteceu?

Dois anos atrás, a minha prima Mariah me convidou pra ir ao Instituto Palavra da Vida [insituto missionário].  Ela já era convertida e sempre me contava de como era legal e eu topei ir. Lá, conheci a Deus, mas me deixei ser apenas aquela semente que cai entre as pedras. Foi agora, depois do Zion Camp do carnaval que eu vivi experiências sobrenaturais com Deus. Ele me mostrou que tava na hora de parar de brincar com a minha fé, que Ele tinha planos pra minha vida e eu precisava levá-Lo a sério.

Você é modelo, e uma das coisas que você deixou pra trás foi o lado sensual… por que essa decisão?

Então, trabalhar como modelo é um grande hobbie pra mim, é um ramo que me atrai e me diverte, mas como eu sou uma nova criatura, preciso dar bom testemunho e não ia conseguir isso se, fora da igreja, eu fazia desfiles de biquini, por exemplo. Deus me mostrou que eu sou o Seu templo e que eu posso ser modelo, sendo elegante e não sensual. Deus me honrou e me permitiu outros trabalhos, de maneira que eu não O negasse com os meus atos. É difícil, mas a recompensa é válida.

Égua, muito bom você ter encontrado um jeito de conciliar as duas coisas. Mas, me diga… como toda modelo e adolescente, você teve algumas coisas tidas como “legais” para fazer…atrativas, mas que eram erradas. Pode contar algo sobre isso?

Nós, jovens, desde cedo somos influenciados a fazer coisas rotuladas como diversão e liberdade. Eu era uma dessas que acreditava nisso. Com 15 anos eu passei a sair, ir pra boates, barzinhos, falsifiquei a minha identidade e mentia sempre para os meus pais. Buscava, assim, a maneira de tapar o vazio que havia em mim, a carência que eu tinha. Acontece que festas e bebidas são coisas tão passageiras, alegrias compradas e falsas. Deus me livrou de tanta coisa, quantas vezes eu não andei com pessoas que dirigiam embriagadas, usuárias de drogas que podiam ter me levado ao vício. Deus teve misericórdia de mim. Sou eternamente grata.

Hmmmm….é verdade. Tem muita gente que passa por coisas desse tipo e acaba se envolvendo bem mais. E depois de março [acampamento de carnaval], que atitudes você tomou em relação a tudo isso?

Quando você conhece quem é Deus, descobre que há uma maneira mais incrível de se viver, que Ele é o meu complemento, é tudo aquilo que eu sempre quis comigo. Assim decidi abrir mão de mim. Tem gente que acha que é exagero deixar de ir pra festas, de ouvir músicas seculares, mas não é! Deus deu o seu único filho por mim, porque eu não posso abrir mão de coisas que não me edificam em nada? E Deus honra aquele que abrir mão por Ele, eu tenho certeza.

Você é mais feliz dessa forma? Que frutos tem colhido?

Só agora, eu descobri o que é ser feliz. Meus frutos se tornam visíveis quando vejo que consegui de uma maneira fazer a diferença. Como na vida da minha prima, que foi tocada com o meu testemunho e voltou pra igreja e pra Glória de Deus até se batizou. É tudo tão incrível e inacreditável, é perfeito ver Deus me usando pra mostrar a sua magnitude.

Editado por Luciana Almeida

Catarina Barbosa

Publicado: 4 , julho , 2011 , segunda-feira em Seja bem-vindo!

Com esse sorriso de menina é difícil acreditar que a jornalista Catarina Barbosa, 26 anos, passou por tantas experiências difíceis ao longo da sua vida. Mas todas as dificuldades serviram apenas para que ela se fortalecesse nos caminhos do Senhor.

Há quanto tempo você anda nos caminhos do Senhor?

Desde 2002, mas só agora estou realmente me firmando na fé. Passei certo tempo na Igreja, mas nunca tive tanta vontade de estar na presença de Deus e ser obediente a Ele como agora.

Como era sua vida antes de conhecer a Cristo?

Antes de conhecer Cristo, eu sentia um enorme vazio. Parece clichê e óbvio essa resposta, mas quando não temos Cristo na nossa vida sentimos, sim, um vazio, que não conseguimos explicar. Não quer dizer que somos triste 24 horas por dia. A tristeza é aquela que te atormenta quando deitas a cabeça no travesseiro ou quando conquistas algo que querias tanto e aquilo não te preenche. Esse vazio que existia na minha vida é o espaço que hoje Deus preenche e eu só descobri isso, depois que tive o meu Encontro com Ele.

Por conta desse vazio, aos 16 anos – exatos dez anos atrás, já que hoje tenho 26 – eu tentei suicídio pela primeira vez. Na minha cabeça tudo aconteceu muito rápido. Só lembro-me de ter tomado cerca de 30 comprimidos de um remédio tarja preta, de começar a passar mal e depois de acordar na cama do hospital de madrugada – o ocorrido foi de manhã – com a minha mãe chorando em cima de mim.

A primeira coisa que ela disse quando eu abri os olhos, foi “Por que você fez isso minha filha?” E eu simplesmente não conseguia explicar. Só me senti mais mal por ter feito aquilo e por vê-la sofrendo, achando que ela tinha feito algo. Depois desse tempo, o ocorrido foi velado na minha família. Quase ninguém falava sobre o assunto e tentaram fazer com que eu fosse atendida por um psicólogo padre, mas eu não quis.

Aos 18, meu problema se agravou. Namorei um menino que também tinha depressão e ao invés de uma foram várias tentativas de suicídio que resultaram em um ano de terapia, no qual eu também tomava antidepressivos.

Nesse mesmo ano, aos 18, terminei com esse menino e voltei com o meu atual namorado, ele ia comigo para à Igreja e sempre me falava que eu não precisava de nenhuma daquelas coisas, nem de remédio, nem de psicólogo, de nada, que era pra eu permitir que Jesus me curasse. Foi quando, por insistência dele, eu participei do Encontro com Deus, na época na Comunidade Cristã de Belém.

Lembro que ao chegar ao Encontro, eu via as pessoas chorando, via demônios se manifestando e nada daquilo me tocava. Cheguei a conversar com a Pastora Cláudia dizendo que eu não entendia porque eu não sentia nada. Ela me explicou que Deus tem tempo para tudo e o que o meu ia chegar.

Nesse mesmo dia, teve um momento em que deveríamos colocar em um papel todas as coisas que gostaríamos de deixar no passado, todas as coisas ruins que tinham acontecido na nossa vida. Depois deveríamos jogar esse papel em uma fogueira que fizeram do lado de fora da Igreja.

Lembro que todas as pessoas desceram e eu acabei sendo uma das últimas. Quando tentei descer as escadas, caí e simplesmente não conseguia levantar. Comecei a chorar muito e a lembrar todas as coisas ruins que havia escrito no papel. Lembrei da minha mãe sofrendo, chorando, da minha irmã implorando pra eu não tentar mais nada contra a minha vida, do meu namorado dizendo que Deus me amava e tinha planos maravilhosos pra mim. Achei que nunca conseguiria descer, pois eu sentia vergonha do meu passado.

Até que a Carol, uma amiga que fiz no Encontro, subiu para me procurar, já que eu não estava com os outros como deveria. Falei pra ela que não conseguia descer. Ela orou comigo e naquele momento Deus falou comigo, disse que ia cuidar de mim, que Ele me amava e que estava muito feliz por aquele momento. Eu sei que nasci de novo, desde aquele dia, eu me considero outra pessoa. Depois, eu consegui descer, jogar meu papel na fogueira, e tudo isso que eu conto faz parte do passado.

Falar sobre tudo isso é como narrar uma história sobre alguém que eu não conheço, porque hoje, pra mim, é inconcebível pensar naquelas coisas. Sem contar que as pessoas que me conhecem hoje sabem da minha personalidade forte. Resumindo: aquela Catarina, que fez todas aquelas coisas, não é a Catarina que vive hoje com Cristo.

Dedicar sua vida a Cristo é fácil?

Mesmo depois de Deus ter feito maravilhas por mim – E isso ele faz até hoje – eu ainda sou muito imperfeita e falha, então tropeço e levanto para caminhar novamente com Cristo.

Então, eu diria que é difícil, mas um dia desses escutei na reunião do Zion Liberty que dedicar a vida para Cristo não deveria ser difícil, mas sim fácil. Sendo assim, ponho minhas limitações, as coisas que eu acho que não vou conseguir nas mãos de Jesus e tenho fé que Ele intercede por mim.

Sua vida mudou depois que você tomou a decisão de entregar sua vida a Jesus? 

Hoje eu sou jornalista. No meu emprego, sou coordenadora do meu departamento, apesar de ser recém-formada. Além disso, escrevo para mais três revistas de circulação local e para um blog, onde sou a colaborada do Norte do País. Isso é muito para alguém que desde criança tem o sonho de ser jornalista. Como eu sempre gostei muito de escrever – um tempo desses tive também uma crônica publicada em um livro, junto a outros escritores do Brasil.

Sem contar a minha família que me ama, meu namorado, meu amigos que caminham com Cristo, que me ajudam a continuar no caminho certo. Então, eu não poderia estar e ser mais feliz.

No passado, eu tinha um vazio, somente isso. Hoje tenho Deus e ele me deu todas essas coisas e alegrias. Eu só tenho que agradecer a Ele todos os dias por tudo o que Ele me dá e faz por mim.

Que conselho você daria para um não cristão que está lendo o seu depoimento?

Às vezes a gente pensa que está sozinho, que não temos motivos para acreditar em nada, nem nas pessoas, nem em ter fé.

Eu digo para vocês que existe um Deus maior que tudo isso que você conhece. Um Deus que te amou antes mesmo de você nascer. Um Deus que quer te fazer uma pessoa feliz, vitoriosa. Um Deus que quer curar as tuas feridas. Mas pra isso, você precisa estar disposto a conhecê-lo. Você precisa se dar essa oportunidade. E Ele está esperando que você tome essa decisão, você só precisa tomá-la.

Tudo o que eu escrevi aqui é muito íntimo. Se eu contar isso para quem me conhece, é provável que muita gente não acredite, pois como disse, não sou mais aquela pessoa. Pensei em não contar os detalhes, em não contar tudo, porque  o mundo te julga e eu já fui julgada pelos meus problemas do passado. Já perdi vaga de emprego, porque falei que tive depressão.

Fiquei com receio de dar o meu testemunho, já que ele vai ficar na internet. É a minha vida exposta para todos que a lerem. E mesmo assim, eu resolvi falar do que aconteceu, sabe por quê? Pra mostrar pra você que está lendo, que Deus faz maravilhas, se  Ele mudou a minha vida que era tão imperfeita, se Ele curou as minhas feridas, se Ele me abençoou tanto, pode ter certeza que o meu Deus é o seu Deus, e Ele quer fazer o mesmo por você.

Então, vem ser feliz como eu sou feliz, e aceite Jesus como o teu salvador.

Valeu à pena tomar essa decisão?

Foi a melhor decisão que eu tomei em toda a minha vida. Hoje eu não me sinto vazia, aquele sentimento de nada foi preenchido com a presença de Deus, meu Pai e meu salvador. Tudo o que eu tenho e o que eu sou, eu devo a Ele. Sem Deus eu não sou nada.

Editado por Marcella Tagliarini

Thamiris Mendes

Publicado: 26 , junho , 2011 , domingo em Seja bem-vindo!

Lilia Thamiris Mendes Lopes, 22 anos, há dois anos atrás, achava que Deus era muito distante. Nessa época, já estava tendo uma vida bem difícil, cheia de experiências complicadas e arriscadas, especialmente para alguém tão nova quanto ela. Depressão, pesadelos, bebidas em excesso foram algumas delas, mas Thami conta que, em meio a isso tudo, apareceu alguém que transformou a história de sua vida.

Como era a sua visão sobre Deus dois anos atrás?

Eu não sou de uma família cristã e já tinha ouvido falar de Deus, mas eu O via como algo distante, não tinha noção de que Ele podia ser acessível e estar perto de mim o tempo todo. Desde osmeus 13 anos, eu gostava muito de ir pra festas, adorava frequentar várias delas. E eu era muito curiosa, então qualquer oportunidade que a vida me dava pra eu conhecer coisas novas, pessoas novas e experiências diferentes, eu aceitava. Aos 15 anos, fui apresentada às drogas. Todos os meus amigos usavam e pra mim aquilo era o normal. Eu não conseguia imaginar uma vida diferente. Tudo era
muito legal.

Depois de um tempo, eu já não me sentia muito bem com aquela situação, mas também não parava nem de beber nem de usar, até que houve uma comemoração do meu aniversário, em que resolvi usar tudo junto (bebida, ecstasy, cocaína…) e passei muito, mas muito mal. E a partir daquele momento, foi “ladeira abaixo”. Eu comecei a ter muitos pesadelos, sofrer de depressão, comecei a apresentar síndrome do pânico. Foi uma época muito complicada.

Na tentativa de melhorar, passei a ir em psicólogos, psiquiatras e frequentei até centro espírita. Tentei voltar pras festas, mas toda vez que eu ia, já não me sentia bem, não me divertia, me dava medo. A síndrome do pânico se tornou algo muito forte. Algo no meu coração me dizia que o problema não era comigo, que não era um psiquiatra que iria resolver, mas cada vez eu ficava mais desesperada com aquela situação, porque
eu não sentia mais prazer em nada que antes me satisfazia. Até que, um dia, eu
estava no meu quarto e num momento de desespero, eu pedi pra Deus (um Deus que
eu nem sabia se acreditava direito) pra Ele me ajudar.

A partir de que momento você acha que as coisas começaram a mudar?

Um belo dia, vieram me oferecer um emprego (imagina minha consternação: num mundo onde as pessoas lutam pra manter seu empregos, vieram bater na minha porta me oferecendo um trabalho!) e eu resolvi aceitar. Neste emprego, eu conheci o Angelim (Fernando Angelim, líder do Ministério BelémCrentes) e ele falava o tempo todo de célula, e num dos convites que ele me fez, eu resolvi aceitar e fui conhecer a célula. Achei interessante, vi que era um local diferente, com pessoas diferentes das que eu conhecia, me sentia bem lá. Da célula, resolvi dar uma chance aos cultos, e
quando percebi já ia com frequência à igreja.

E foi com facilidade que você passou por essa mudança?

No início era muito diferente, difícil pra eu aceitar o que eles falavam. Mas com o tempo, fui criando intimidade com Deus em relação a oração. Eles falavam e eu ia pro meu quarto e orava sobre as mesmas coisas. Nessa época, eu ainda tinha muito medo por conta do que eu já tinha passado com depressão e síndrome do pânico, mas eu chorava muito pedindo a Deus que Ele me tirasse daquilo e foi o que aconteceu: Deus me curou! Depois disso foram só coisas boas acontecendo.

Que conselho você dá pra quem está lendo seu depoimento? Valeu a pena entregar sua vida pra Cristo?

Sem dúvida nenhuma. A vida que eu vivia não valia a pena. Era uma felicidade passageira, nada era verdadeiro, nada me preenchia. Hoje, eu me sinto verdadeiramente preenchida com Cristo. O conselho que eu daria é que as pessoas não esperassem pra passar por tudo que eu passei pra conhecerem a Jesus. Que elas não sigam o caminho da dor e sim o caminho do amor, porque esse é o único caminho maravilhoso!

Editado por Marcella Tagliarini

Dê uma olhada em algumas entrevistas que foram feitas ao longo desse nosso primeiro ano:

David Israel

Fernando Angelim

Felipe Vaz

Vanessa Bueno

Samy Rassy

Nazareno Souza

Nayara Aragão

Sibelle Reis

Julia, Anna & Nova – American Girls

Samantha Kunst

David Israel Batista dos Santos

Publicado: 19 , junho , 2011 , domingo em Seja bem-vindo!

David Israel Batista dos Santos, 24 anos, é cristão há 4 meses. Como integrante do ministério BelémCrentes, tem imenso prazer em dedicar seus dias trabalhando para a obra de Cristo.

Como era sua vida antes de aceitar Cristo como seu Senhor e Salvador?

A minha família já era Cristã antes de eu nascer. Por conta disso, recebi um nome todo cristão, mas eu nunca acreditei muito em Deus, até porque eu não via mudanças dentro de casa. Eu ouvia falar de Deus, só que não via atitudes em meu lar. Sempre fui muito rebelde, me metia em muitas confusões e brigas, usava drogas, bebia, me envolvia com mulheres, ia pra raves e coisas do tipo.

O que foi decisivo pra sua mudança?

Só comecei a mudar depois que eu conheci uma pessoa. Ela me levou ao ministério BelémCrentes, e por conta deste relacionamento foi que eu comecei a mudar minhas atitudes.

E em que momento você optou por tomar a decisão de entregar sua vida a Jesus Cristo?

Na verdade, essas coisas que eu fazia já estavam começando a me incomodar, então parei de andar com as companhias que eu andava e de ir aos lugares que eu frequentava. Trabalhava no Curro Velho, dando aula de fotografia, e fazia parte de um projeto de fotografia, no qual eu precisava ir pro interior e lá fazer um curta-metragem. Eu já estava querendo dar um tempo da cidade, dessa vida que estava levando, fazendo sempre as mesmas coisas, e esta foi uma ótima oportunidade de sair daquela situação para dedicar-me ao trabalho. Fui fazer uma prova da Federal e conheci essa pessoa, que eu já via havia muito tempo. Ela era amiga de uma amiga minha e acabamos nos envolvendo. Neste relacionamento, ela me apresentou a igreja de uma forma que nunca tinha visto antes. Sempre tive uma imagem muito fechada de igreja, um lugar onde não podia usar isso ou aquilo. As pessoas me olhavam de uma forma diferente por usar brinco, piercing e tudo mais, e eu não gostava disso. Quando conheci o BelémCrentes, vi que poderia ser diferente e que Deus me aceitaria assim. Passei a frequentar e me identifiquei com outros testemunhos, de outras pessoas. Teve um amigo meu que foi preso, que andava comigo, fazia as mesmas coisas que eu, só que ele foi mais além e acabou sendo preso, e eu, graças a Deus, parei antes. A adaptação foi muito mais fácil por conta de passar a frequentar um local onde pessoas com o mesmo estilo e as mesmas experiências de vida também frequentarem.

O que mudou completamente na tua vida? O que você sente que é diferente hoje em você?

Hoje eu vejo que minha vida mudou completamente. Virou ao avesso. Parei de fumar, beber, parei de sair com várias pessoas que não me acrescentavam, comecei a ter um relacionamento sério. Antigamente eu não ligava pras pessoas com quem me envolvia, não valorizava. Perdi muitas pessoas legais por causa do jeito egoísta do antigo “eu”. Eu achava que deveria viver a minha vida, pois depois iria ficar velho e a vida passaria, então eu tinha que curtir, aproveitar cada dia ao máximo. Hoje me vejo totalmente diferente. Não vejo a vida da mesma forma. Não acho mais que estou aqui só pra curtir, trabalhar e que um dia a vida vai acabar. Hoje vejo além da morte, vejo que há muito mais vida depois.

Se alguém não cristão estiver lendo o seu depoimento, o que você diria pra essa pessoa?

Eu diria que vale muito a pena a mudança. Até mesmo porque é uma felicidade constante. Você pode estar passando por vários problemas, como eu ainda estou passando. Problemas financeiros e familiares, mas Deus tem me confortado, tem sempre providenciado algo que preciso. Hoje consigo ter mais mansidão. Antes eu me aborrecia e acabava chamando muito palavrão, até mesmo para os meus pais e hoje isto não acontece. Deus me toca, me incomoda dizendo para ter mais paciência, confiar nEle que Ele está cuidando para que minha vida seja completa. Eu consigo sentir o dedo de Deus na minha vida.

Editado por Marcella Tagliarini