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Catarina e a volta a Verdade

Publicado: 5 , fevereiro , 2012 , domingo em Matérias, Minha história

Que tal conhecer uma história de superação? Catarina Pantoja, 32 anos, superou as dificuldades pela Graça de Deus. Ela passou parte da vida trilhando um caminho de incertezas, mas encontrou a Verdade, definitivamente há sete anos. Catarina estuda Ciências Sociais e participa de um trabalho voluntário com os ribeirinho de Belém do Pará.

E como foi que você tomou sua decisão por Cristo?

Bem… me converti a primeira vez quando tinha 11 anos. Mas não aguentei a pressão de minha mãe q não aceitou a mudança. Daí pra frente, perdi o interesse de ir pra Igreja Católica e frequentava sempre que podia as igrejas evangélicas. Também fui a centros espíritas, mas me sentia bem nos cultos evangélicos. Aos 16 anos comecei um relacionamento e aos 20 anos sai de casa pra morar junto com meu namorado. Desse relacionamento tive um bebê que faleceu aos três meses. No dia que minha filha faleceu, com ela acabou também o meu relacionamento com o pai dela. Daí em diante, passei a ir mais a igreja. Mas, paralelo a isso, comecei a frequentar algumas festas. Mesmo assim, nada era melhor que ir aos cultos. Chegava nas festas e me sentia mal. Estragava a noite das amigas porque queria voltar logo. Nessa época, passei um ano indo para o templo central da Assembléia de Deus. Mas, me reconciliei somente em 2005 na IBMA (Igreja Batista Missionária da Amazônia), onde estou até hoje.

Como foi o dia da sua reconciliação? O que aconteceu de especial para que aquele fosse o dia do retorno?

Desde que perdi minha filha percebi que Deus estava colocando um ponto final na minha vida complicada. Primeiro eu pensei que não precisava ser membro de uma igreja, mas a necessidade de Deus aumentou. Aí eu procurei um lugar pra me firmar. Um dia sai do trabalho e decidi ir a IBMA. Quando cheguei lá me tremia toda, chorava, senti uma alegria que nunca mais havia sentido. Quando fizeram o apelo, eu fui decidida a ficar.

No tempo que você passou longe de Deus, como era seu relacionamento com as religiões?

Frequentei de tudo. Fui ao centro espírita. Só não gostava de macumba.

Você falava com Deus em casa? Lia a Bíblia?

Não, só ouvia músicas. Os louvores me faziam chorar. Eu estava cheia de CDs evangélicos que minha irmã me dava.

E desde que você voltou para Deus, como tem sido sua vida?

Difícil, mas prazerosa (risos). Desde que voltei para o Senhor tenho sido agraciada com a realização de sonhos que não pensava que fosse viver mais.

Conte alguns…

Voltei a estudar. Hoje estou em uma faculdade, tenho amigos maravilhosos. Na minha casa, a realidade é outra. Me tornei uma pessoa mais paciente, desde o dia que voltei.Não queria ficar parada, trabalhei com teatro na igreja, depois com as crianças. Eu queria sempre mais. E no meu trabalho Deus fez muitas coisas.

E atualmente, você também divulga missões, não é mesmo?

Sim, tenho trabalhado desde abril de 2011 como voluntária da JOCUM (Jovens com uma Missão), mais especificamente com Alcance Amazônico. Dia 28 de fevereiro vou pra Curitiba fazer ETED (Escola de Treinamento e Discipulado). Tentei fugir do chamado de missões porque não conseguia me ver longe da minha família, mas Deus tem mostrado seu cuidado pelos meus. Decidi obedecer.

E qual será sua área de atuação quando terminar a Escola?

Minha pretensão é voltar e continuar o trabalho com os ribeirinhos, mas nesse tempo vou buscar a vontade de Deus.

Como é o trabalho com os ribeirinhos?

Maravilhoso! Trabalhamos com evangelismo e ajudamos os ribeirinhos a suprir as necessidades que tem. Sempre passamos uma semana na comunidade. Pela manhã fazemos visitas as casas, a tarde tem programação com as crianças e de noite passamos um filme e depois compartilhamos uma palavra. Durante essa semana, em um ou dois dias fazemos atendimentos médicos e odontológicos, palestras de prevenção, aplicação de flúor nas crianças…

É a vida que você quer até seus últimos dias?

Sim! Muitas pessoas hoje me perguntam se desisti do sonho de formar uma família, eu digo que não. E sei que o Senhor vai me dar uma no tempo certo. Mas, sinceramente, não busco por isso agora, não é prioridade. Hoje penso no tempo que perdi, nos sofrimentos. Deus é tão maravilhoso! Às vezes tento achar dor pela perda da minha filha. Já cheguei a pensar que eu era fria demais porque não sinto dor alguma. Servir a Deus me preenche!

Entrevista: Luciana Almeida

Edição: Gabriela Azevedo

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O que Eloise aprendeu

Publicado: 13 , novembro , 2011 , domingo em Matérias

No “Minha História” desta semana, vamos conhecer a estudante de publicidade Eloise Sousa, 19 anos, que é muito elogiada pelas comidas que prepara. Só que a conversa de hoje destaca não a gastronomia, mas as conquistas de Elô em várias outras áreas de sua vida!

Há dois anos e meio, você fez uma escolha por Cristo em sua vida. Como aconteceu?­ ­

Eu frequentei a CCB (Comunidade Cristã de Belém) durante um tempo, mas não cheguei a me firmar. Meus pais conheciam os pais dos irmãos Brelaz (Léo e Evelin), ai um dia o Léo me convidou pra ir a Sião, em um culto de sábado e eu fui. Gostei muito, chorei muito e sai do culto com a decisão de voltar e me firmar.

Antes de tudo isso, você frequentava a igreja CCB. Como você chegou lá?­ ­

Meu irmão mais velho congregava lá. Uma observação: meu pai só me deixou ir para Sião no início do ano passado. Antes disso não era sempre que eu podia ir para Sião, antes tinha que ir pra missa no domingo para poder ir ao culto de sábado.

O que houve com você para ter desejado se envolver com Cristo, de verdade, e tê-lo reconhecido publicamente?­ ­

Eu passei a entender o amor de Deus por mim e como Deus queria que eu vivesse. Ganhei um presente, em julho de 2009, que me ajudou bastante.

O que foi este presente?­ ­

Um devocional: Uma vida com propósito. Ganhei de aniversario de uma amiga, a Mariah.

Vamos falar de família agora….­ ­

Você falou que no começo de sua vida cristã sua família te impedia de ir pra igreja. Como foi esse período? Por que eles te proibiam?­ ­

Pela minha mãe não tinha problema. Acredito que ela entendeu que era melhor eu estar na igreja do que na rua fazendo qualquer outra coisa. Meu pai pela criação dele que não aceitava o fato de eu ser “crente”. Então ele quase não me deixava ir a Sião. Foi bem difícil, sou muito chorona. Chorei muitos sábados, domingos e quartas (dia que ia para o projeto zion). Passei um tempo indo escondida para o culto, quando meus pais estavam viajando. Mas graças a Deus, quando eu entendi que estava errada, foi quando meu pai começou a me deixar ir pra igreja. Durante um tempo tive que ir pra missa em alguns domingos. Nunca deixei de orar por isso e pela família.

O que você aprendeu com essa disciplina?­ ­

Que é melhor obedecer do que sacrificar!

Antes de você entender a Bíblia como Palavra de Deus, e antes de praticar o que ela ensina, qual era seu estilo de vida?­ ­

Assim… Eu mentia para os meus pais para saber quando eles iam chegar de viagem ou viajar de novo. Sempre inventava uma historia para não ficar óbvio que eu só queria saber quando eles iam viajar. Gazetava aula algumas vezes, mas era uma boa aluna. Em relação a namoros, nunca tive muito compromisso com isso. Tive quatro namoros, mas gostava de ficar. Minha mãe sabia. Depois que me converti tentei conversar isso com meu pai. Mas pra ele, eu só amadureci.

E como está o coração hoje?

Bom, meu coração está tranqüilo em relação a namoro. Estou esperando no Senhor.

O que você pensa sobre isso? ­

Não deu muito certo quando eu me preocupava com isso. Sei que o Deus que eu sirvo é um Deus de compromisso. Quando for o tempo certo, eu vou ter um namorado e vou glorificar a Deus no meu namoro, com propósito de casamento, claro!

Quais são os seus trabalho, ocupações? Incluindo aí seus estudos, perspectivas de futuro, e seus trabalhos voluntários na igreja.­ ­E claro, seu adorável talento na cozinha!­ ­

Na igreja faço parte do Jesus Loyds (grupo de palhaços que faz visitas aos hospitais) e estou na equipe de decoração. Quero fazer gastronomia e me formar em publicidade. Gosto muito de cozinhar e decorar. Amo meu ministério na igreja e gosto muito do meu curso. Já estou querendo um estágio!

O pessoal do Zion te elogia muito. Por que, você acha?­ ­

Acho que o pessoal gosta muito das coisas que eu e a Rah (Rayssa) inventamos, ops cozinhamos, hehe.

­ ­

Obrigada pela entrevista!!­ ­ ­

Beijos!

Tal pai, tal filhos

Publicado: 20 , setembro , 2011 , terça-feira em Matérias

Uma das primeiras reações das crianças, ao receberem uma resposta negativa de um adulto, é ficarem emburradas. É até compreensível, pois são pequenos e estão na fase de aprendizado. Mas e os jovens? Como recebem um “não” ou um “sim” dos pais? Como se relacionam na alegria, na tristeza e durante o estresse?

Na fase em que o mundo se apresenta cheio de atrações, de festas, passeios, encontros imperdíveis com a turma e a busca pela suposta liberdade, a relação de amor entre pais e filhos fica bem mais conturbada, conta a publicitária Raquel Soares, 23 anos, que fingia ir dormir na casa das amigas para poder sair à noite: “Na adolescência foi mais conturbado, tínhamos muitos atritos. Quando eu recebia um não, na maioria das vezes ficava em casa e costumava brigar por isso, depois ouvia e aceitava”.

A publicitária acredita que, com o tempo, o relacionamento entre pais e filhos pode melhorar: “hoje somos mais amigos, a idade nos faz entender muito mais coisas que antes”, conta Soares.

Suzete Araújo, mãe de duas jovens, conta que não tinha liberdade para conversar com a mãe e buscou fazer o contrário com as suas filhas. Para ela, as mães têm que saber cuidar dos filhos, sem deixar de ser amiga deles. “Eu vejo que minhas amigas que são mais companheiras de seus filhos têm um relacionamento melhor, mas acredito também que não podemos dar muita liberdade, que não dá certo”, comenta.

Cássia Mareco, filha da D. Suzete, é prova da criação que sua mãe lhe deu, com um bom relacionamento com os pais, também defende que a amizade deve prevalecer. “Acho que a relação com os filhos tem que ser mais de amizade, começando desde pequenos, como simplesmente conversar com os filhos no final do dia ou passarem um final de semana juntos”, afirma Mareco. ”afirma que tem um ótimo relacionamento com seus pais. Mas acha mais fácil conversar com a mãe.

Assim como o amor de Deus, o amor dos pais tem um objetivo principal, como afirma D. Suzete Araújo: “A gente espera que daquilo que a gente mostrou, ele saiba tirar proveito”.

Editado por Paula Costa

Imagem extraída do site Eternessências

Palavra de Deus pelas atitudes

Publicado: 6 , setembro , 2011 , terça-feira em Matérias

“Estou ocupado, hoje”, “Aqui não é lugar”, “Não chegou o momento”… enfim, milhares de desculpas para não falar da Palavra de Deus, registrada na Bíblia Sagrada. Os cristãos estão envergonhados para falar… mas, o momento é agora. Na academia, no trabalho, na escola, em casa… dá para falar através do comportamento também. O jeito como você age, trata as pessoas, conversa com o outro diz muita coisa a respeito de Deus, a começar pelo amor. Na primeira carta de João, capítulo 4, versículo 8 está escrito: “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” e ainda no novo testamento: “Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros; porque o amor cobrirá a multidão de pecados” [1 Pedro 4:8]

“Todas as vossas coisas sejam feitas com amor”, diz o Apóstolo Paulo em 1 Coríntios 16:14. Isso quer dizer que no trabalho, as atividades do cristão devem ser feitas como para o próprio Deus; na escola também; na universidade; na rua; no trânsito. “E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento”. [2 Coríntios 2:14] E em Colossenses 3.14, a Bíblia reforça que devemos nos revestir do amor: “E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição”.

Emily Menezes, estudante de biomedicina, conta que antes de se tornar evangélica, viu num amigo cristão um comportamento que o destacava dos demais. “Ele mostrou um testemunho de restauração de família e via uma paz inexplicável nele”, conta. “Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens”. [Romanos 12.18] Que assim façamos!

Editado por RevistaZion

Ai que medo!

Publicado: 23 , agosto , 2011 , terça-feira em Matérias
Ele move, mas também paralisa e sempre vem acompanhado de um frio na barriga. Saiba como lidar com os seus receios.

O medo é uma reação natural do ser humano. Sentimo-nos amedrontados, quando estamos diante de uma situação real ou imaginária e ela nos leva a sensação de ameaça. Mas será que esse sentimento é bom? Algumas correntes de pesquisa afirmam que – se usado para o bem – o medo conduz o ser humano a fazer coisas boas e até evita que ele passe por situações ruins. Mas há também aquele medo que paralisa – este pode ser considerado ruim. Então, o que fazer então quando sentirmos medo?

O programador Diego Gatinho, 24, é cristão e sente medo de ser rejeitado. Não da forma pessimista, mas de fazer as coisas erradas e não ser aceito. “Toda vez que vou fazer algo pela primeira vez, sinto medo: primeiro beijo; primeira entrevista de emprego; primeiro dia de trabalho”. Contudo, mesmo com esse sentimento, Diego, criado em um lar cristão, sempre entrega seus temores para o altíssimo. “Creio que a profissão de fé não nos impede de sentir as coisas como qualquer outra pessoa: medo, raiva, enfim, os sentimentos humanos acompanham-nos mesmo quando cremos na Bíblia, a diferença é o que esses sentimentos provocam na gente e como os vivenciamos”, explica.

Em Isaías capítulo 41, versículo 10, é dito que não temos que temer, porque Deus está com a gente, que não é preciso assombrarmo-nos, porque Ele é o nosso Deus e nos fortalece, ajuda e sustenta com a mão da justiça dEle. Isso quer dizer que não devemos temer nunca ou que sentir medo é errado?

Não. Sabe por quê? Porque muitas vezes o medo pode aproximar você de Deus. Quantas vezes uma situação ruim não fez com que você clamasse por Deus e o buscasse com mais veemência? O líder de jovens da Igreja Batista Sião, Tonny Raphael, 29, explica que desde o jardim do Éden, o homem sente medo. Adão, por exemplo, disse: “Ouvi a tua voz no jardim e fiquei com medo, pois estava nu e me escondi” (Gn 3:10). “Isso acontece quando pisamos na bola com Deus e deixamos de estar firmados na Rocha. Até conseguirmos vencer alguns medos em nossas vidas, mas muitos ficarão lá dentro do coração escondidos e incomodando”, explica, dizendo que quando decidimos viver o perfeito amor de Deus em nossas vidas não somente de palavras, mas de atitudes, o medo até pode surgir, pois não temos como evitá-lo, mas ele será lançado fora do nosso coração e de nossas vidas por completo. “É promessa de Deus”, destaca Tonny.

Em Primeira João, capítulo quatro, versículo 18 está a prova do que Tonny disse: “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor”. E qual é o amor perfeito? É o amor de Deus. Logo, você pode sentir temor, porque Deus lançará fora esse medo que você sente.

A redatora publicitária Adriana Melo, 26 anos, não é cristã, mas acredita em Deus. Ela diz que tem medo de inúmeras coisas, até mesmo de sentir medo: “tenho medo de me brigarem, de magoar as pessoas, de não ser aceita, de me machucarem e de perder coisas que eu gosto, mas esse último menos, porque se eu gosto, elas vão estar sempre comigo”, acredita.

Para lidar com o medo ela se move, não fica estática enfrenta-o e diz que isso a edifica, pois a torna mais forte. De fato, quem é cristão, ou não, sentirá medo. A diferença, como disse Diego, está na forma como lidamos com isso.

Então, não se preocupe quando você sentir medo, porque Deus é o nosso refúgio e fortaleza. É o nosso socorro na angústia. Não precisamos temer nada, mesmo que tudo mude: a terra, os montes, mesmo que a água se enfureça, Deus estará comigo e com você (Salmos 46:1-3). Então, já sabe: se sentir medo, entregue-o para Deus. Ele vai cuidar de você.

Editado por Catarina Barbosa
Foto extraída do site Escola Psicologia

Solteiro sim, sozinho nunca

Publicado: 16 , agosto , 2011 , terça-feira em Matérias
Alguns comemoram e outros lamentam a data 15 de agosto, o Dia do Solteiro. Para muitos esse é o momento que a palavra “espera” faz mais sentido do que nunca. Mas afinal, estar sem par, é tão ruim assim?
Ezequias Nascimento, estudante de publicidade e propaganda, rompeu o namoro há cerca de um ano e meio e vive hoje a chamada “solteirice”. Para ele, apesar da falta que sente em compartilhar momentos de alegrias e tristezas com alguém, ser solteiro tem suas vantagens, como o autoconhecimento e a possibilidade de melhorar o relacionamento com Deus.  “Enfrentar algumas barras sem ter com quem compartilhar te aproxima muito mais de Deus. Estar solteiro significa que ainda não é o tempo pra isso (para um namoro), significa conhecer a si, e aprender sobre si mesmo é a melhor experiência da solteirice”, defende.
Nem sempre estar solteiro significa que a pessoa está sozinha. Para Natasha Nogueira, 23, nutricionista recém formada, ser solteira é ter um percepção diferente do sentimento de liberdade. Para a nutricionista, enquanto o namorado não chega, “a melhor coisa a se fazer é aproveitar o tempo com as pessoas que você ama, como os amigos, por exemplo”, afirma.
No período da pós-modernidade, em que relacionamentos e pessoas são encarados como objetos de consumo, a melhor opção é aguardar em Deus ao invés de encarar a solteirice friamente. Os cristãos normalmente possuem um sentimento característico: a espera por algo, que é a expectativa da volta de Jesus. Mas apesar disso, o cristão é paciente e se prepara para a volta do Senhor. E, assim, deve ser encarada a espera por um namorado ou marido. Enquanto ele ou ela não chega, o solteiro cristão aguarda e se prepara para um relacionamento a dois, investindo no seu crescimento espiritual, profissional, etc.
A espera pode até cansar, mas assim como em qualquer fase da vida, a perseverança e a paciência acabam sendo as melhores conselheiras para quem ainda não encontrou o amor da sua vida. Em qualquer momento de sua existência, sempre haverá alguém do seu lado, que é Jesus. Afinal, você pode estar solteiro, mas sempre terá a companhia de Deus. “Espera no SENHOR, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no SENHOR”. (Salmos 27:14).
Editado por Paula Costa
Imagem extraída do site Grandes Mensagens

Cuidado com o seu corpo

Publicado: 9 , agosto , 2011 , terça-feira em Matérias

Quando você escuta essa frase, pode pensar – de cara – que estamos falando para você ir para uma academia ou cuidar mais da sua pele, do seu cabelo, da sua saúde. Enfim, pensar no seu corpo físico. Afinal, nosso corpo é uma composição de células e órgãos que precisam viver em harmonia. Do contrário, ficamos doentes. E isso não é nada bom.

Mas o nosso corpo não é, apenas, físico. A Bíblia diz que o nosso corpo é templo do Espírito Santo. Que ele vive em nós e isso nos foi dado por Deus, pois nós não pertencemos a nós mesmos, mas sim a Deus (1 Coríntios – 6.19). O que isso quer dizer? Que além de termos o cuidado físico – sim, é importante que você malhe e cuide da sua alimentação, por uma questão de saúde –, mas da mesma forma é importante atentar para o que você está fazendo com o templo do Espírito Santo. Aí entra a pergunta para refletir: “Como você está se comportando? Você está tomando cuidado?”

Deus pagou um alto preço por mim e por você, por isso temos que usar o nosso corpo para a glória dEle (1 Coríntios – 6.20). Mas é difícil? É complicado? Se formos pensar, Deus pagou um preço altíssimo e o que precisamos fazer não chega nem aos pés do que Ele fez pela gente, mas mesmo assim ainda é complicado fazer determinadas coisas. Tudo por causa da nossa vontade. Mas calma, não se desespere, você pode fazer uma coisa de cada vez. Por exemplo, decidir “Hoje eu não vou usar essa blusa ou essa saia, porque ela não é adequada”. Já os meninos “Não vou andar sem camisa por aí”.

Pensar isso, sem ser com os olhos cristãos, pode caracterizar exagero, afinal, o que tem de mal em usar uma blusa que eu acho bonita? Ou em uma cidade quente como Belém, ficar sem camisa? Como muitos meninos fazem.

O problema é que além de sermos templo do Espírito Santo, – e isso é muito sério! – precisamos ser luz na vida de quem não é cristão. Como vamos dar exemplo, fazendo o errado? Além do que, o nosso corpo não pode ser motivo para desejos da carne, isso quer dizer que você não pode – de forma alguma – despertar desejo sexual em outras pessoas. Então, se afastem desse tipo de pecado. Mantenham-se longe, pois os outros pecados não afetam o nosso corpo, mas a imoralidade sexual, ela peca contra o nosso próprio corpo, que é templo do Espírito Santo de Deus. (1 Coríntios – 6.18).

É difícil? Sim, é. Quem disse que ia ser fácil? Mas a nossa recompensa é maior. O que ganhamos é infinitamente melhor perto desse “sacrifício”. Entendeu, certo? E agora? Por onde começar? Um caminho é estar mais perto das pessoas que vivem em comunhão com Deus, que compartilham da mesma fé que a sua, pois as más companhias estragam os bons costumes (1 Coríntios – 15.33 ). E acredite, uma hora você vai estar tão cheio do Espírito Santo, que as coisas do mundo vão desagradar vocês.

Apresentem esse desejo de mudar para Deus, peçam pra Ele mudar a vida de vocês, confessem seus pecados e digam para Ele, que vocês querem ser luz. Ele pode tudo, inclusive, mudar seus hábitos, mas para isso você precisa querer, precisa estar disposto.

Ser cristão é mudança. Então, vamos mudar. Não será fácil, vamos dando um passo de cada vez. Deus conhece o nosso coração e Ele se agrada quando obedecemos à palavra. Faça a sua escolha: Escolha amar a Deus e a sua santidade, pois sem ela ninguém herdará o reino dos céus (Hebreus 12).

Editado por Catarina Barbosa
Foto extraída do blog Dicas Aki