Comer, rezar e amar

Publicado: 8 , junho , 2011 , quarta-feira em Por eles...

A experiência pessoal que fez Elizabeth Gilbert escrever o livro que tem o título que emprestei para escrever este texto, foi de uma viagem por lugares exóticos que mudou sua vida a partir da experiência com a comida, com a religião e com um homem por quem se apaixonou e que se tornou seu marido.

Sem precisar fazer uma viagem como a dela, qualquer um de nós pode experimentar a vida de modo simples e significativo a partir também da experiência da mesa, da espiritualidade e do amor fraterno. Aliás, Jesus iniciou sua igreja ao redor da mesa, com profundo significado espiritual, na presença de amigos.

Todo mundo come, mas nem todo mundo saboreia, nem todo mundo prepara o próprio alimento e quase todo mundo come correndo e sozinho. Muita gente reza, mas quase ninguém discerne que o Deus a quem se ora já nos aceita por amor e que nossa oração é apenas uma conversa entre amigos, que quanto mais íntimos se tornam, menos precisam de palavras. Todo mundo quer viver um grande amor, mas quase ninguém quer amar de modo simples e abnegado, amar não a projeção, mas a realidade, amar apesar de qualquer coisa.

Desde o início da humanidade e principalmente como experiência elementar da Igreja de Jesus, comer, orar e amar são o que precisamos para encontrar sentido na vida.

Alexandre Robles

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